Dos sonhos pirralhos, das coisas que nunca serão. De uma coisa batida e suja, esmurrada e medíocre, de olhos mentirosos e reputação maldita. Por que insistir?
Das maravilhas da utopia, que deveria ficar na privada, e dos sentimentos que jamais por completo eu deixo. Dados: 90% das esquisitices da vida e do comportamento advêm de um canal próprio, cheio de tubulações e buracos antigos, deixados por marcas secretas (antes, jamais e nunca reveladas). Daí, corroboro: o que o raciocínio completa (o não), não se enquadra na expectativa dos sonhos pirralhos e das coisas que nunca/talvez/quase certo/certamente serão.
De juízos complicados e jogadas ininteligíveis entendo eu, aqui o domínio é meu, muito e latente, eterno e infinito. Gosto de ter o controle, mesmo que seja de um lugar em que o reinado só corresponde à imaginação.
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1 comentários:
Seu blog é de uma leitura complexa e, ao mesmo tempo, gostosa. É sério,, lendo-o acabei por lembrar do Millör. É parecida a maneira de escrever, porém o seu jeito não é pedante, haha.
Adorei seu comentário no meu blog e, sinceramente, você está certo. Fiquei tão indignado que acabei generalizando tudo. Não foi uma opinião unânime na facul, até porque, N. Rodrigues que a unanimidade é burra. Aí sim eu estaria certo, haha.
Abração!
:)
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